Perguntas e Respostas


MRN possui 21 SPs (barragens de rejeitos), 3 TPs (resíduos de operação da planta) e 2 reservatórios de água

As barragens da MRN não foram construídas utilizando-se o método a montante. O método efetivamente utilizado é de Linha Central.

As barragens da MRN são seguras e suas estruturas são estáveis.A Agência Nacional de Mineração (ANM) implementou novas regulamentações em torno das exigências para barragens que precisavam de ajustes adicionais, além daqueles já implementados pela empresa em 2017. A MRN está trabalhando em estreita colaboração com a ANM, com auditores independentes e acionistas para garantir o cumprimento das novas normas.
As informações no banco de dados da ANM estão incorretas devido a um erro ao inseri-las no banco de dados em 2017. A MRN protocolou uma correção a essa classificação com a ANM no início de 2019 e a MRN espera que o registro seja corrigido em breve. Existem 23 estruturas para as quais a alteração de registro foi solicitada.

Não. As barragens da MRN são seguras e as estruturas são estáveis. Alterações recentes na legislação brasileira sobre os padrões de segurança de barragens exigem que a MRN revise suas condições atuais para se adaptar às novas exigências regulatórias da ANM em 15 de fevereiro.

Mudanças recentes na segurança de barragens no Brasil exigem que a MRN faça auditoria e apresente os resultados das mesmas atestando que suas operações estão em conformidade com as novas regulamentações.

O relatório foi apresentado à ANM em 31 de março, e os laudos atestam a estabilidade de todo o Sistema de Gestão de Rejeitos da MRN e barragens de água.

 

Como mencionado anteriormente, os requisitos foram implementados pela ANM (resolução # 4) em 15 de fevereiro. A resolução dispõe sobre a remoção de todas as instalações utilizadas pelos funcionários que estão localizadas nas zonas de auto-resgate (ZAR), independentemente do método de construção da barragem. Como resultado, a partir de em 8 de março, a MRN removeu seus empregados que estavam originalmente localizados nas zonas de auto resgate. A planta de beneficiamento e algumas atividades principais de monitoramento permanecem e medidas adicionais de mitigação, em consulta com a ANM, serão postas em prática.

O processo de disposição de rejeitos da MRN segue a metodologia de rodízio de lançamento & secagem. Neste processo, o rejeito da planta de beneficiamento é liberado em um tanque de espessamento (TP2), de onde, após atingir um teor de sólidos de cerca de 20%, é lançado em camadas de 50 cm de espessura nos tanques de sedimentação (SPs).

Nos SPs, os rejeitos atingem um alto teor de sólidos, cerca de 60%, devido aos processos de evaporação e compactação. Este processo é mais seguro devido à redução do volume de água.

 

As barragens da MRN são seguras e suas estruturas são estáveis. Como mencionado anteriormente, as barragens da MRN não foram construídas por meio do método de montante. O método efetivamente utilizado é o de Linha Central, com o eixo deslocado para montante (nove deles foram alteados em até 3 metros).

Outro diferencial importante é a altura dos taludes. Os tanques da MRN têm, em média, 17 metros de altura.

O material lançado nos tanques é uma mistura de água e argila, sem adição de produtos químicos, e cerca de 80% da água utilizada na lavagem de bauxita é reutilizada. A água residual evapora gradualmente, transformando os rejeitos em um material de aparência sólida.

A MRN estabeleceu um procedimento robusto para a realização de inspeções e monitoramento, o qual contempla inspeções visuais diárias e formais a cada duas semanas. Além disso, a MRN possui um vasto sistema de instrumentos (382 piezômetros com 40 novos sendo instalados em 2019) para medir e monitorar o comportamento, juntamente com a pressão da água e altura. O escopo das inspeções inclui as condições da vazão, manutenção das estruturas, condição e operação do sistema de captação, bem como qualquer anomalia.

Além da gestão e da inspeção contínuas das barragens, a MRN tem um Subcomitê de Rejeitos, composto por especialistas em rejeitos de todos os seus seis acionistas, para avaliar o risco e fornecer recomendações para a gestão de barragens de rejeitos e gerenciamento de água.

Quando um tanque de rejeitos atinge sua capacidade máxima, ele não é mais usado, a menos que seja alteado, o que não será mais feito usando o método de construção a montante.

Como parte do trabalho do Subcomitê de Rejeitos, a MRN está analisando o planejamento de longo prazo de seu inventário de lagoas. Isto inclui, reabilitação, descomissionamento de estruturas alteadas utilizando linha central com o eixo movido para o método de construção a montante, e a reutilização e gestão da água, o que irá melhorar o uso das instalações de rejeitos.

Sim. Por ser uma operação contínua com vida útil significativa, esperamos construir novos tanques de rejeito com todas as aprovações ambientais necessárias e consulta às nossas comunidades. Outras tecnologias também estão sendo estudadas.

O TP1 entrou em operação em 1988. O plano de desativação está em desenvolvimento e deve iniciar em 2020.
As barragens da MRN são estruturas seguras e estáveis.

O Os igarapés ao redor da MRN são monitorados em conformidade com, e seguindo, os procedimentos do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) (Resolução 357/05). A MRN possui uma rede de cerca de 100 pontos de monitoramento onde realiza o monitoramento físico e a coleta amostras para análise química. O processo produtivo da MRN não utiliza produtos químicos ou qualquer tipo de substância nociva ao meio ambiente.O único risco para os igarapés é de natureza física, como a presença de sedimentos (turbidez) na água.

Os rejeitos da MRN são classificados como inertes (Classe II-B). Embora não haja alteração no processo ou no material, a norma da MRN exige uma análise anual para confirmar a natureza inerte de seu material de rejeito.

A MRN trabalha na recuperação contínua, mesmo enquanto continua a operar. Isso inclui um grande programa de reflorestamento, que inclui as castanheiras.

Como todo o trabalho de biodiversidade em um ambiente complexo, como a Amazônia, a MRN tem enfrentado desafios com o reflorestamento. Há muitos desafios, incluindo clima, pragas, ervas daninhas e manutenção contínua; no entanto, não há problemas relacionados aos impactos da mineração e a MRN está confiante em um reflorestamento bem-sucedido das áreas impactadas.

A MRN gostaria de enfatizar que suas decisões operacionais são sempre guiadas pelos princípios de proteção e conservação ambiental.

Não houve violação relacionada ao Lago Batata e não há nenhuma ação regulatória contra a MRN em relação a este assunto. Desde que novas regulamentações foram efetivadas em relação ao acúmulo de água de matéria orgânica, a MRN vem realizando estudos independentes para garantir a conformidade e a proteção contínua de todas as fontes de água.

A MRN gostaria de enfatizar que suas decisões operacionais são sempre guiadas pelos princípios de proteção e conservação ambiental.

O controle e o monitoramento da água de lastro dos navios é de responsabilidade da Marinha do Brasil. A Portaria #20 rege este assunto. Na cidade de Macapá, estado do Amapá, na unidade estadual chamada Controle Estadual de Portos, que monitora a água de lastro de todos os navios que entram no rio Amazonas. Embora não seja necessária, a MRN tem adotado a prática de monitorar a água de lastro dos navios que operam no Terminal de Trombetas para garantir a conformidade com os parâmetros estabelecidos pelo CONOMA (Conselho Ambiental), que define se a água é salgada, salobra ou doce. A MRN gostaria de enfatizar que suas decisões operacionais são sempre guiadas pelos princípios de proteção e conservação ambiental.

O monitoramento da água é feito mensalmente, trimestralmente e semestralmente sob a jurisdição federal do IBAMA.

O processo de gestão da água nas instalações de armazenamento de rejeitos (TSF) é projetado para garantir o mínimo de armazenamento de água e reutilização de água nas operações da planta.O processo de espessamento remove/diminui o teor de água antes do envio para as lagoas de polpa e o excesso de água é reutilizado no processo.

A gestão da água é mais desafiadora na estação chuvosa, a qual tem aumentado com o tempo devido aos impactos das mudanças climáticas. Como resultado, a MRN está buscando uma licença ambiental para lançar água, quando necessário, para garantir a gestão da água no sistema de rejeitos. Qualquer licença para tal lançamento seguirá o alto padrão de conformidade e monitoramento da MRN em torno da água (veja as respostas acima sobre gestão da água).

A MRN gostaria de enfatizar que suas decisões operacionais são sempre guiadas pelos princípios de proteção e conservação ambiental.

O investimento social da MRN em 2018 foi de aproximadamente R$19 milhões.

A MRN está elaborando uma agenda de diálogo com a Defesa Civil Municipal de Oriximiná para entender a estrutura proposta do órgão e suas necessidades. Feito isso , um plano de trabalho será criado para apoiar a defesa civil municipal, com base na lei federal 12.608/12, na lei federal 12.334/2010 e nos Princípios do Equador. Uma ação potencial será criar um conselho comunitário de defesa e proteção civil - CNDCPs em comunidades afetadas, conforme o PAEBM.

As barragens da MRN são estruturas seguras e estáveis. Não há riscos materiais ou de vida para a comunidade de Boa Vista. Por favor, consulte o nosso Plano de Emergência e Gestão de Desastres para mais detalhes.

Sim, a MRN tem um plano de resposta a emergências aprovado. 

A MRN,  juntamente com empresas parceiras contratadas está elaborando os materiais básicos de treinamento para ascomunidades Boa Vista e Sapucuá e empregados da MRN, para serem treinados em breve, o que incluirá simulação de evacuação conforme o plano de atendimento de emergência.

 A MRN gostaria de ressaltar que suas decisões operacionais são sempre pautadas pelos princípios de cautela e prevenção, e que está incondicionalmente comprometida com a segurança de seus colaboradores, comunidades vizinhas e demais partes interessadas, além da proteção e conservação do meio ambiente.


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