Na MRN, somos milhares de profissionais e todos partilhamos com a sociedade o mesmo interesse pela segurança em barragens e tanques de rejeitos. Por isso, apresentamos aqui todos os detalhes sobre o nosso sistema de gestão de rejeitos de bauxita, que é gerenciado por cerca de 100 profissionais, orientados e auditados por empresas nacionais e internacionais em rotinas e programas de fiscalização, manutenção e prevenção. Além da segurança operacional, um conjunto de fatores contribui para que as estruturas da MRN tenham classificação de baixo risco. São eles: a baixa declividade do relevo na região; a considerável distância de nossas estruturas para as populações vizinhas - a mais próxima a 23 km; e o fato do rejeito final de nosso processo ser sólido e não líquido.

Veja todos os detalhes neste hotsite feito especialmente para esclarecer as dúvidas naturais da comunidade. Também estamos à disposição para mais informações pelos nossos canais de comunicação.




Comissão da Câmara Federal visita sistema de rejeito da MRN

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Dando continuidade às ações de vistoria das barragens no país pós tragédia de Brumadinho (MG), representantes ...mais

MRN assegura integridade do sistema de gestão de rejeitos

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Tanques utilizados pela mineradora possuem método construtivo diferente do utilizado embarragens de Minas ...mais

Bauxita MRN para Ouvir

Como o rejeito de bauxita é processado
O que torna os tanques de rejeitos da MRN seguros
Quais riscos dos tanques para comunidades
Como os tanques de rejeitos são monitorados
O que ocorre com um tanque de rejeitos desativado



Entenda em detalhe as principais características do sistema de rejeitos de bauxita gerenciado pela MRN

No vídeo a seguir, entenda em dois minutos como o sistema funciona.

Os tanques de rejeitos estão na área de Beneficiamento, cercados pela Floresta Nacional de Saracá-Taquera e distantes até 30 km das comunidades. Não há comunidades vizinhas ao sistema de rejeitos. No porto há duas barragens para filtrar a água da chuva, que cai no pátio de embarque em Porto Trombetas.

Existem 12 tanques em operação na área do beneficiamento e 9 inativos. Há dois tanques em fase de fechamento e que serão reflorestados para retornar ao meio ambiente.

No beneficiamento, os rejeitos, formados por argila e areia fina, são separados da bauxita com água sob pressão. É um processo de lavagem simples, sem uso de químicos.

A MRN opera tanques que são diferentes das barragens. Geralmente estas parecem uma represa, com um único barramento. Na MRN os tanques parecem bacias isoladas por quatro paredes.

Os tanques são construídos com solo proveniente da área minerada do Platô Saracá. Na construção das paredes são utilizados equipamentos para compactação. Não é usado rejeito na construção. Já o rejeito é depositado em camadas de 50 cm em sistema de rodízio entre diferentes tanques e leva de 30 dias (estação seca) a 60 dias (estação chuvosa) para perder a umidade e ficar com aspecto sólido.

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A técnica construtiva usada na MRN é mais segura, pois a zona estrutural das paredes depende menos da resistência dos rejeitos em comparação ao método tradicional. Nas figuras anteriores, a linha vermelha separa a zona que depende da resistência dos rejeitos, à esquerda da linha, da zona que não depende da resistência dos rejeitos, à direita da linha.

Na MRN quase 100 profissionais trabalham exclusivamente dedicados ao sistema de gestão dos tanques de rejeitos. Além deles, auditorias independentes e comitês técnicos se revezam para fiscalizar e contribuir para o sistema de gestão de rejeitos.

Na hipótese de um acidente, vários fatores contribuem para minimizar os impactos provocados pelo fluxo de rejeitos. Primeiro: a altura média dos tanques na MRN é de 17 metros – considerada baixa em comparação à maioria das barragens de mineração no Brasil e no exterior.

Segundo: o relevo na região é de baixa declividade, bem diferente de regiões montanhosas. Estudos comprovaram que o fluxo de rejeitos seria lento e levaria até 20 horas para alcançar uma comunidade.

Terceiro: as comunidades da região do Lago Sapucuá, as únicas afetadas na hipótese, então no mínimo 23 Km distantes da área de Beneficiamento.

Por fim, a umidade do rejeito evapora nos tanques e o material torna-se, praticamente, sólido. É o chamado rejeito adensado. Esta metodologia contribui muito para a estabilidade e a segurança dos tanques operados pela empresa.

Nas frequentes visitas do público aos tanques é possível caminhar pelo rejeito adensado

Visita de autoridades de Oriximiná: SEMMA, Defesa Civil, Conselho de Defesa do Meio Ambiente e Sec. Desenvolvimento Urbano (Maio 2018)

Todo o sistema da MRN é, de acordo com a classificação determinada pela ANM, classificado como categoria de risco baixo, ou seja, possui baixa probabilidade de ocorrências de falhar. Apenas duas estruturas da MRN foram classificadas como alto dano potencial associado, ou seja, que teriam alto impacto). Elas estão situadas na área industrial.

As estruturas onde há uma comunidade vizinha não contém rejeitos mas sim sedimentos carregados pela água da chuva coletada do pátio do porto. São as barragens Água Fria e A1.

A comunidade Boa Vista está em um terreno acima do nível da barragem de água. Na hipótese de um acidente, estudos comprovam que esta posição deixa as residências em segurança.

Nós temos um plano